“Pequena Flor, tão Desdenhosa” – Poema da Segunda Geração do Romantismo Brasileiro, só que Meu (portanto de agora do século XXI, mesmo) Comentado.

Pequena Flor, tão desdenhosa,
Por que és tão fria ante meu amor?
Por que ignoras minha pessoa
E distas tanto de meu calor?

Pequena Flor, tão desdenhosa,
Não me respondes, disso bem sei!
Mas mesmo assim, te escrevo versos,
Versos que um dia pra ti lerei!

Pequena Flor, tão desdenhosa,
Lerei bem alto (por que não ler?):
Sua Narcisista, Filha da Puta,
Já encheu o saco, vai se foder!

FIM.

NOTA DO AUTOR: O poema está orientado para concordar em artigos femininos por conta do objeto – A (pequena) FLOR (tão desdenhosa). Fiquem à vontade para costurá-lo na boca do sapo emocional de seus mais profundos recalques independente do gênero do alvo da Feitiçaria (junto ao nome dx mesmx). Contanto que o faça quando sentir-se pronto para tal.

Grato, P.

2 comentários sobre ““Pequena Flor, tão Desdenhosa” – Poema da Segunda Geração do Romantismo Brasileiro, só que Meu (portanto de agora do século XXI, mesmo) Comentado.”

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