“Pequena Flor, tão Desdenhosa” – Poema da Segunda Geração do Romantismo Brasileiro, só que Meu (portanto de agora do século XXI, mesmo) Comentado.

Pequena Flor, tão desdenhosa,
Por que és tão fria ante meu amor?
Por que ignoras minha pessoa
E distas tanto de meu calor?

Pequena Flor, tão desdenhosa,
Não me respondes, disso bem sei!
Mas mesmo assim, te escrevo versos,
Versos que um dia pra ti lerei!

Pequena Flor, tão desdenhosa,
Lerei bem alto (por que não ler?):
Sua Narcisista, Filha da Puta,
Já encheu o saco, vai se foder!

FIM.

NOTA DO AUTOR: O poema está orientado para concordar em artigos femininos por conta do objeto – A (pequena) FLOR (tão desdenhosa). Fiquem à vontade para costurá-lo na boca do sapo emocional de seus mais profundos recalques independente do gênero do alvo da Feitiçaria (junto ao nome dx mesmx). Contanto que o faça quando sentir-se pronto para tal.

Grato, P.

Reading blogs about fashion. And the news.

A few days ago I read

The Living are only a species of dead”.

And how special we are.

All things end, all things will pass.

And in the meantime, we do strong and beautiful

And all sort of wonders and misunderstandings

Until the moment when we get back to the nothing we always are. Were. Be. 

Telling to the Uncreated – the Eternal whatever it may be – “we are here and we see you with no jealousy, no envy!”

Our finitude-infinitude makes us more than that who doesn’t ever go. 

Makes us unique. Like the last second.

So, let’s not waste ourselves away, Motherfuckers.