What if?

Do meu laboratório de letras para música. =P

 

If you’re a zombie
Don’t eat me
If you’re a soldier
Don’t hit me
If you’re a butcher
Don’t slit me
If you’re a lover
Don’t tease me

I could like…I could like…

If you’re a monster
Don’t scare me
If you’re a stalker
Don’t stare me
If you’re a fashionist
Don’t wear me
If you’re a torch, fire
Don’t flare me

I could like…(I certainly could)… I Could like…

Don’t drink me (I could)
Don’t think me (I could)
Don’t sink me (I could)
Don’t if

Azar sem voce

 

Já tentei fazer a Sorte
Por mim mesmo
Plantei meus próprios trevos
E ainda os cultivo
Pedi, rezei mas espero ainda
Você dar notícia, Amor.

E hoje até orgulhei-me
De mim mesmo
Consegui trocar o chuveiro
E comi um almoço frio
Sem derramar nenhuma lágrima
De saudades de você, Amor.

Uma viagem de presente
Pra mim mesmo
Nada longe, mas pra lá
Desse quarto escuro e triste
Que também anda deprimido,
Com saudade do seu corpo, Amor.

Enquanto isso, sofro o mundo
Em mim mesmo
E o tempo nunca passa
No meu peito craquelado
E essa sorte no jogo, aos domingos,
É azar sem você, Amor.

2012

Muito bem,

Mais um ano nessa morada. Mais uma vez, para mim, é tempo de agradecer a todas as pessoas que passaram por aqui. Independente do quando ou quantas vezes me visitaram, tais pessoas dedicaram partes de seus tempos (de suas vidas sob certo aspecto), aos meus textos e não há palavras que exprimam minha gratidão por tal dedicação.

Ano que vem, mais coisas. Tudo correndo bem, juntas e impressas (também). =)

Por enquanto é isso.

Feliz ano novo a todos.  Realizações e sucesso!

PS: Minha promessa de ano novo para 2011 eu cumpri (ela tá aqui no blog, inclusive)! Para esse ano novo, prometo que tentarei escrever mais prosa – atendendo a pedidos. 🙂

Ou,

Num esqueci do blog não… é que eu tô numas correrias aqui… muitos movimentos em várias direções, para muita coisa.

Enquanto isso, vai relendo as coisas aí, cidadã(o), e comenta!

Até,

P.

Passeio

Eu estava “adiando” este post há algum tempo. Às vezes dói escrever, às vezes o que se escreve dói, às vezes ambos. Mas uma escrita nunca vem sozinha, por ela mesma – tem sempre uma pegada, uma fisgada ali, latente. Nessas horas é bom ser cauteloso com o que se escreve, com o que se fala escrevendo, para não machucar demais, para não se desgastar demais a ponto de não estar suficientemente inteiro pra viver o que vem logo na sequencia desse flagelo; o texto, a tessitura.

Estive viajando nos últimos dias, fui para uma cidade que é referência nas minhas memórias de infância. Sempre que eu ia para lá, o caminho da rodoviária até o local de minha hospedagem era uma única rua, uma descida e uma subida leve – subida essa que eu sempre fazia correndo, não importando o tamanho da bagagem, porque sabia que lá na porta da casa estaria meu avô sentado no banco de pedra me esperando com um sorriso e um abraço. E isso era revigorante. O passeio dessa rua, assim como o de boa parte da cidade, era desenhado com uma flor; um desenho bem simples, mas que ficava bonito no passeio. Eu sempre gostei desse desenho. De ver ele passar por mim enquanto eu corria. E foi exatamente isso que aconteceu, é o que acontece. Os desenhos no chão vão passando enquanto a gente corre.

Meu avô já morreu faz um tempo. A casa não é mais a mesma, o banco de pedra não existe mais. Os passeios dessa cidade já são, há um tempo também, passado. As flores morreram. Boa parte de minhas vivências, hoje são somente memórias mesmo. Mas sempre que eu vou para lá, desço e subo a mesma rua, e subo correndo, não importando o tamanho da saudade. Eu sei que em mim ainda há um avô esperando o menino chegar, sentado no banco de pedra. Com um sorriso e um abraço. E isso é reconfortante.

Permanências

Dificil

Não leia isto.
Sob pena de sentir
A ironia queimar
O veludo da língua!

E você continua lendo, não é?
O gosto é bom, o gosto é bom…

NOTA: Isso sou eu, sem dormir, tentando postar do celular… *risos*.

Enquanto isso, outras coisas…

Bom, eu tô escrevendo um livro sobre estações do ano. Já tá meio que pronto, mas esse poema abaixo eu quis colocar aqui.
Até mais,
P.
***

Sob o Verão, meu passado;

Sobre meus ombros
Pesa ainda o último dos Outonos
Quando sobremaneira Inverno,
E aí sobrevivo, envelheço,
Até a Primavera sobrevoar
O Céu das Estações e dos Tempos.
Futuro do Solstício,
Equinócio passado perfeito.

Nome

Como é o nome daquele brinquedo..? Que não tem um pano de fundo, nem tabuleiro, nem carteado, nem cenário. Nem pé, nem cabeça… mas ele tem umas coisas, uns bichos, uns lugares e umas pessoas… e que quando começa a brincadeira, o tal brinquedo se enche de mágica, e te conta uma história, e, meio nessa, meio dessa história (em diante), a gente reinventa a si mesmo, do início ao fim e de um lado pro outro? E a brincadeira nunca para, porque a gente nem sabe quando ela começou, ou mesmo quando terminou e recomeçou..? Então… esse brinquedo, como chama? E aí, para você, como chama?